terça-feira, 16 de julho de 2013

A linda Chapada dos Veadeiros

Chapada dos Veadeiros

A Chapada dos Veadeiros é ponto mais alto do Estado de Goiás. Fica na margem do município de Alto Paraíso e da Vila de São Jorge, e está a 250 km da capital federal, Brasília. A sua paisagem é repleta de belos vales, rios, cachoeiras, desfiladeiros e montanhas, além de rica fauna.

Com diversas cachoeiras e desfiladeiros, saltos e vales, altos e baixos, a Chapada é considerada um paraíso – tanto por aventureiros praticantes de canyoning e rapel, quanto por quem quer apenas relaxar e desfrutar das paisagens naturais. A vegetação é bastante variada: são matas ciliares, campos cerrados e cerrados abertos típicos. Há também florestas de galeria, onde podem ser encontradas espécies como o pau-d'arco-roxo, a copaíba, a aroeira, a tamanqueira, o jerivá, os buritis e o babaçu, além de mais de 25 tipos de orquídeas.

A Chapada também é muito conhecida pela concentração de cristais de rocha, que afloram do solo entre a bela flora da região. Segundo os esotéricos, é daí que emana a energia especial do local.

Um dos locais mais incríveis da Chapada fica fora dos limites do parque. É o Vale da Lua, local repleto de rochas esbranquiçadas e piscinas naturais formadas entre buracos e minigrutas. Não menos belo, mas completamente diferente, é o Jardim de Maytrea, com campos de flores, veredas e buritizais cercados por montanhas – verdadeiro deleite para olhos que apreciam a natureza.

O Parque Nacional

A região também engloba o importante Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, criado em 1961, com 65.515 hectares de área. Além da flora característica do cerrado brasileiro, o parque abriga uma longa série de espécies em vias de extinção, como veado-campeiro, cervo-do-pantanal, onça-pintada, lobo-guará, ema, seriema, tapiti, tatu-canastra, tamanduá-bandeira, capivara, anta, tucano-de-bico-verde, urubu-rei e urubu-preto.

O parque dispõe de um Centro de Visitantes, além de alojamento para pesquisadores. As visitas são permitidas de terça-feira a domingo, das 8h às 15h, e são feitas com o acompanhamento de guias que moram em Alto Paraíso de Goiás ou em São Jorge, contratados na própria chegada. Apenas duas trilhas estão abertas ao público – limitado a 450 pessoas por dia. Uma leva aos desfiladeiros 1 e 2 e à queda de água conhecida como Cariocas. A outra, aos saltos 1 e 2 do Rio Preto. Aconselha-se que cada visitante traga o seu lanche e água para os passeios. A entrada do Parque fica no povoado de São Jorge, a 36 km de Alto Paraíso, passando por uma estrada ainda não pavimentada.

Distâncias
- Goiânia: 423 km
- Brasília: 230 km
- São Paulo: 1247 km
- Rio de Janeiro: 1.396 km

Como chegar

Via Aérea: o aeroporto mais próximo do Parque é o de Brasília, que recebe voos nacionais e internacionais diariamente.

Via Rodoviária: o turista que sai de Brasília deve ir pela BR-020, em direcção à cidade de Formosa, no Estado do Goiás. Depois de passar Sobradinho e Planaltina, vire à esquerda no trevo e siga pela GO-118 - passando por São Gabriel, São João D`Aliança e, finalmente, Alto Paraíso. Para chegar ao Parque Nacional, o visitante deve seguir pela rodovia GO-327, por uma estrada de terra em direcção a Colinas do Sul, e entrar na Vila São Jorge.

Principais rodovias de acesso
A partir de Brasília: BR-020/GO-118/GO-327BR-101/RJ-140

Serviços Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Tel: +55 (62) 646-1570

Dicas
O turista deve tomar a vacina contra a febre amarela pelo menos dez dias antes da viagem.

Atrações

Cachoeira do Rio Preto
É um salto de 80 m. A caminhada para lá chegar é de cerca de 6 km, por dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. É possível nadar no lago localizado na base da cachoeira. Na volta, a subida exige esforço maior e alguma preparação física.

Cânion 2 e Cariocas
Chega-se lá com uma caminhada leve de 4 km, atravessando alguns riachos. A beleza das flores do cerrado no percurso chama a atenção e compensa qualquer esforço. O Cânion 2 é formado por um estreitamento do Rio Preto que termina numa cachoeira belíssima. Um pouco mais à frente, encontra-se a Cachoeira das Cariocas, onde é possível nadar.

Cachoeira da Rodoviária
É um pequeno riacho temporário, de acesso livre e caminhada curta.

Mirante dos Dois Saltos
Esse roteiro é difícil, mas muito bem recompensado pela magnífica visão das duas cachoeiras do Rio Preto.

Cachoeiras Almécegas
Fica na Fazenda São Bento. Para quem gosta mesmo de nadar, recomenda-se a Almécega 2.

Cachoeira São Bento
Dentro dos limites da Fazenda São Bento. Tem um lindo poço onde são realizados campeonatos de pólo aquático.

Vale da Lua
O acesso é feito pela estrada que vai para São Jorge, GO-327. Seguindo as placas indicativas, não é difícil de encontrar. Possui uma formação rochosa que, devido à erosão causada pelo rio, o deixa com um aspecto de paisagem lunar, daí o seu nome. Além disso, as suas rochas cintilam em noites de Lua Cheia. A caminhada é fácil e dura aproximadamente 20 minutos.

Abismo
Conta com cachoeiras grandes e pequenas, cheias de 'piscinas de hidromassagem'. Linda caminhada de aproximadamente 40 minutos a partir do "discoporto", com vista panorâmica da Estrada de Colinas.

Raizama
Depois de uma caminhada de 15 minutos, avistam-se bonitas cachoeiras. O local oferece também desafios para os praticantes de rapel nos seus paredões. Fica a cerda de 3,5 km de São Jorge, pela GO-327.

:: Poço Azul
Lago subterrâneo de coloração azulada. O melhor horário para visitas é entre as 13h30 e as 14h30, e o acesso à gruta é de nível fácil.

:: Do Lapão
É uma gruta formada por quartzito, com entrada de 50 m de diâmetro. São 3h de caminhada difícil – por 5 km - a partir de Lençóis.

 Atrações de Lençóis
Principal destino para quem deseja conhecer a Chapada Diamantina. A cidade dispõe de uma boa infra-estrutura para atender aos visitantes brasileiros e estrangeiros. Está situado num dos contrafortes da Serra do Sincorá e o seu formato lembra um presépio.

Lençóis foi declarada Património Histórico e é considerada a capital do diamante - uma das maiores referências entre as cidades baianas ligadas ao garimpo.

O casario é testemunha dos tempos de opulência da aristocracia lençoense, que viveu da riqueza e do prestígio advindos dos diamantes. É interessante andar pelas ruas, observar o traçado arquitectónico e o calçamento da cidade, feito com a própria pedra da região. Outra atracção é a residência da família Sá, que hoje abriga a Prefeitura Municipal, um marco da riqueza das famílias tradicionais. Além disso, o médico e escritor lençoense Afrânio Peixoto nasceu no mesmo sobrado onde hoje funciona o Museu Afrânio Peixoto, que expõe vários pertences do escritor, inclusive os escritos originais dos seus romances e o fardão da Academia Brasileira de Letras, da qual fez parte.

Roteiro das Cachoeiras
O Roteiro das Cachoeiras pode ser feito em duas etapas: a primeira, uma caminhada de aproximadamente 3 km, abrange a Cachoeirinha, Cachoeira Primavera, Poço Halley, Salão das Areias Coloridas e o Serrano. A segunda, outra caminhada de 3,5 km, até Ribeirão do Meio. Para todas as caminhadas na Chapada é necessário calçar uns bons ténis, vestir roupas leves, levar água e um lanche. Nos passeios mais longos, é indispensável contratar um guia e usar agasalhos para suportar a queda de temperatura nos finais de tarde.

Cachoeira da Primavera
Localizada a 2 km da cidade de Lençóis - 45 minutos de caminhada - a cachoeira da Primavera é o primeiro de uma série de espectáculos que a natureza local oferece. Com cerca de 6 m de altura, formada pelo riacho Grisante, um afluente do Rio Lençóis, a Primavera é uma cachoeira permanente, com água gelada e forte, óptima para massajar o corpo.

Poço Halley ou Paraíso
O Poço Halley ou Poço Paraíso, como era originalmente chamado, é formado pelo Rio Lençóis e está situado num desfiladeiro. O rio desce sobre o leito pedregoso e espalha-se para o largo, formando o poço com cerca de 3 m de largura por 10 m de comprimento e profundidade máxima de 2 m.

Salões de Areias Coloridas
São formados pela erosão de rochas graníticas e conglomerados de arenito, de onde artesãos recolhem variados tons de areia para encher garrafas com diversos desenhos, oferecidas aos turistas como lembranças. Estas garrafas podem ser encontradas nas diversas lojas de artesanato da região.

Poço Serrano
O local, um antigo garimpo, é um mirante natural, de onde se pode observar a cidade e o vale do Rio São José – que, mais adiante, se junta ao primeiro para desaguar no Paraguaçu. No local, pode ser tomado um banho reconfortante.

Ribeirão do Meio
O Ribeirão do Meio fica a 3,5 km do centro de Lençóis. Para chegar lá, a opção preferida por turistas alemães, franceses e paulistas é uma cavalgada de meia hora.

Cachoeira do Sossego
A cachoeira do Sossego está a, exactamente, 8 km da cidade – 6 km de caminhada em trilha e 2 km através do leito do Rio Ribeirão.

Morro do Pai Inácio
Para chegar lá, escalam-se 400 m da trilha que liga o fim do asfalto ao topo do morro do Pai Inácio. Do pico, que fica a 1.150 m acima do nível do mar, avistam-se a Serra do Sincorá, a Serra da Bacia e a Serra da Chapadinha. Este está localizado cerca de 30 km a partir do centro de Lençóis. São 5h de caminhada.

Morro do Camelo
Fica ao norte da Chapada, ao lado do Morro do Pai Inácio. São 4 km de distância, com acesso para carros e trilhas, para quem optar pela caminhada. A sua altura é de, aproximadamente,
170 m.

terça-feira, 9 de abril de 2013

O Prazer de Acampar

Acampando você está em contato direto com a natureza, conhece panoramas diferentes, curte o canto dos pássaros, aprecia um belo nascer ou pôr do sol, um céu com milhões de estrelas e tudo isso totalmente à vontade pois o traje habitual no dia a dia é bermuda, shorts e chinelinhos de dedo - veja nossos álbuns de fotos.

Acampando você conhece pessoas de regiões e hábitos diferentes, troca informações e experiências num ambiente de cordialidade e colaboração mútua e torna praticamente uma rotina o estabelecimento de novas amizades, sem qualquer distinção de cor, raça ou origem social.

Acampando com a família você estreita e reforça os laços familiares num ambiente saudável, unindo pais e filhos em torno de atividades e brincadeiras fora da rotina diária. Ideal para repassar, através de exemplos, noções de respeito à natureza, ao meio ambiente e convivência social.

Acampando você faz turismo e conhece o Brasil, desde locais badalados até praias e recantos com pouca presença do homem - veja lugares - de forma extremamente econômica, sem necessidade de reservas (salvo carnaval e reveillon) e sem ficar atrelado a pacotes rígidos (excursões).

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Um Destino Muito Bonito

Chapada Diamantina

Situada no coração da Bahia, a Chapada Diamantina é cortada por montanhas, chapadões, rios, corredeiras, cachoeiras, cavernas e poços de água transparente. Possui inúmeras nascentes, que brotam por entre os paredões rochosos, e mais de 35 rios - os maiores são o Paraguaçu e o Rio Preto. Devido às variações do relevo e às diversas formas de vegetação, a fauna é muito rica e algumas espécies podem ser vistas com muita facilidade, tais como: beija-flores, periquitos, papagaios, capivaras e pequenos lagartos. Abriga também pequenos roedores, conhecidos como mocós - que se adaptam desde os baixios das colinas de calcário até aos cumes, sobre a serra – e até mesmo exemplares de grandes mamíferos em vias de extinção, como a onça-pintada e a suçuarana.

As atracções da Chapada Diamantina são tantas que é difícil escolher por onde começar. Uma delas é o Poço Encantado, que recebe a visita de raios solares das 10h30 às 12h30, em uma determinada época do ano, possibilitando a visão – através de uma água azul turquesa -, até das pedras miúdas depositadas a 61 m de profundidade. Este fica numa das muitas grutas da região e é o cartão de visita mais famoso da Chapada, mas os banhos ali são proibidos.

Outro acidente geográfico muito famoso na Chapada é o Morro do Pai Inácio, um mirante natural de onde é possível avistar e admirar a imensidão da Chapada Diamantina, depois de 20 minutos de subida. Fica a 30 km do centro de Lençóis, totalizando 5h de caminhada.

A Chapada conta ainda com o Parque Nacional da Chapada Diamantina, ocupando uma área de 152 mil ha. A beleza da região é ímpar. Há trilhas com diferentes graus de dificuldade – muitas delas abertas por escravos, tropeiros e garimpeiros -, mas como não existe sinalização, a presença de um guia é fundamental, principalmente durante as trilhas mais longas.

Próximo a cidade de lençois existe inúmeras trilhas e lugares para se conhecer, cachoeiras, poços, cavernas e salões de areia, sem contar a beleza da cidade.

Em todos os passeios é possível admirar lindas orquídeas, bromélias, sempre-vivas e cactos – vegetação abundante no local. Mas é bom lembrar que, no Parque, ainda não há estrutura de apoio ao visitante. Assim, leve sempre água e algo para comer, e não dispense o auxílio dos guias locais. Se desejar aproveitar ao máximo cada saída, não se esqueça de trazer roupa de banho, boné ou chapéu, protetor solar, ténis e lanterna com pilhas extras – no caso da visita às grutas.

Na cidade de lençois tem muitas agências de turismo que fazem passeios regulares para todas regiões da chapada diamantina. Para quem vai sem tempo é uma ótima maneira de conhecer o parque os custos são relacionados a alta temporada, se você tiver tempo vale a pena conhecer as demais cidades da Chapada Diamantina que poderá conseguir passeios mais em conta e conhecer melhos os lugares.

Desportos na Chapada

:: Canyoning
O canyoning para a cachoeira do Capivari, a 20 km de Lençóis, é um dos roteiros mais procurados. O programa dura três dias e duas noites, em acampamento, englobando trekking e rapel na cachoeira, com altura aproximada de 37 m.
A cachoeira da Fumaça, com percurso de 48 km entre os municípios de Lençóis e Palmeiras, é um dos roteiros mais difíceis. São quatro dias e três noites, com direito a trekking através do Vale do Capão e tirolesa - descida em cabo de aço a uma altura de 60 m para, de seguida, saltar para o poço da cachoeira.

:: Cascading
O turista que vem à Chapada Diamantina em busca de fortes emoções certamente sai satisfeito. Desportos radicais, como o cascading e o caving, são praticados na maioria das cachoeiras e cavernas, com diversos níveis de dificuldade. O cascading na cachoeira da Fumaça, em Palmeiras - com 340 m de queda de água e 420 m de altura do poço ao topo - é um dois maiores desafios. Por ser considerado um dos mais arriscados, é recomendado somente para desportistas com muita experiência.

:: Rapel
O rapel na Gruta do Lapão é a atracção perfeita para quem nunca praticou este desporto, mas tem vontade de aprender. A gruta fica a 4 km de Lençóis e o rapel é feito na boca da caverna, com 50 m de altura e uma travessia de 1.200 m de extensão. Há também, para os mais experientes, a opção do Morro do Camelo, um dos símbolos da Chapada, com 1.050 m de altitude. É possível fazer 240 m de rapel e mais 200 m de pirambeira.

:: Espeleoturismo – Grutas

Poço Encantado
Abriga um lago com 61 m de profundidade, de águas azuis escuras. A melhor época para visitas é entre Abril e Setembro, quando a gruta recebe mais raios de sol, entre as 10h30 e as 12h30. Para observar o poço – onde os banhos são proibidos –, é preciso entrar 80 m na caverna por uma descida íngreme.

:: Torrinha
Esta caverna tem formações raras em grande quantidade, como a estalactite com cristal transparente e as flores de aragonita. Em alguns pontos é preciso andar agachado. Existem três opções de roteiro para visitar a Gruta da Torrinha, com diferentes preços e durações.

:: Lapa Doce
Gruta com 850 m subterrâneos, repleta de estalactites e estalagmites.

:: Da Pratinha
Neste passeio, é possível conhecer o lago externo e um trecho do rio que passa pela gruta - com a utilização de máscara e colete flutuante.

:: Azul
Paredão inclinado com lago no fundo – ou dolina -, onde o sol incide entre as 14h30 e as 15h30. Esta visita pode ser feita juntamente com a Gruta da Pratinha, pois são vizinhas.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A Barraca


A barraca é o principal equipamento para se acampar e o mais importante.
Antes de comprar uma você deve pesquisar muito bem, pois existe grande variedade de modelos, marcas e materiais. Deve ficar atento na hora da compra ao número de pessoas que a barraca se destina, se a que escolheu pode ser carregada nas costas, possui facilidade para montar ou é, por exemplo, resistente a água. Pesquise sem pressa e veja qual marca e modelo que atende melhor as suas necessidades. Afinal, é ela quem lhe dará abrigo nas grandes aventuras.


Características de alguns modelos mais comuns:

Barraca do tipo Canadense
É um dos modelos mais tradicionais, de formato triangular quando vista de frente. Fácil de montar, pode ser encontrada em tamanhos variados.
Como sua armação geralmente é de metal, é pesada para ser carregada a pé por trechos longos.
O material também influi na escolha, sendo feitas de lona são mais quentes e pesadas que as fabricadas em nylon.

Barraca do tipo Bangalô
Tradicional barraca parecendo uma casa, com quartos e uma varanda onde pode se instalar a cozinha, barracas deste tipo são interessantes para ficar mais do que um fim de semana comum.
Muito pesada por possuir a armação de metal e ser fabricada em lona.
Abriga no mínimo 5 pessoas. Boa para famílias inteiras.

Barracas do tipo Iglu
Vários modelos, de formato variável, desde o tradicional iglu até modelos tubulares semelhantes a casulos. Há modelos grandes de base hexagonal com capacidade para mais de cinco pessoas.
A armação é de fibra sintética (vidro, carbono), muitas vezes mais leve que as armações metálicas.

Camping selvagem
Áreas onde não há infra-estrutura para acampamentos. Tudo deverá ser improvisado: cozinha, banheiro, lava-pratos.
As áreas mais seguras são os parques estaduais ou nacionais, que embora não tenham áreas organizadas para camping, possuem algum tipo de vigilância e pontos de apoio para recorrer em caso de necessidade.
Este tipo de acampamento é utilizado em áreas turísticas mais afastadas, para quem gosta de contato com natureza em ambiente rústico, não pode perder a oportunidade.
Quando o destino for uma área selvagem para ficar, normalmente uma pernoite em meio alguma travessia, ou outra região de mata, lembre-se que todo o lixo produzido no local, deve ser trazido para uma área onde exista os lixos, quando acampar levar somente o mínimo necessário, comidas prontas, e muitas frutas.

Sacos de dormir, colchonetes e colchões infláveis
É também, fundamental no acampamento ter conforto na hora de dormir. Um passeio vira um pesadelo se você acorda várias vezes à noite e levanta com dores nas costas pela manhã. Cada um tem uma necessidade para dormir, muitos não conseguem ficar apenas no sacos de dormir.
Os sacos de dormir são feitos de tecido (nylon) forrado com material isolante (espuma). São práticos, mas podem acabar atrapalhando a vida do campista. Alguns modelos são muito finos, quentes no calor e insuficientemente quentes no frio. Existe muitos sacos de dormir e cada um com uma temperatura específica, mais tropicais ou para invernos rigorosos.
Colchonetes proporcionam melhor conforto em relação ao saco de dormir, entretanto, são mais incômodos para carregar e há a necessidade de se levar roupa de cama.
O ideal é fazer um teste em casa, dormindo por uma noite sobre o saco de dormir ou colchonete, para avaliar o conforto.
Colchões Infláveis são ótima opção para acampar, práticos e fáceis de carregar proporcionam melhor conforto do que o colchonete e saco de dormir, estes colchões possui infladores elétricos e manual, mas, dependendo da ocasião e do lugar é melhor utilizar o manual. É bom verificar se o colchão cabe dentro da sua barraca, para evitar problemas futuros. Quando o destino é camping selvagem um colchão inflável pode ser um peso desnecessário se comparado com os sacos de dormir.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Porque Acampar?


Acampar é sem dúvida umas das opções mais econômicas. Com barraca, roteiros e muitas informações você pode fazer de sua viagem de fim de semana, um passeio inesquecível. Além disso, é uma ótima forma para reunir amigos, aventurar-se em florestas, montanhas e dormir próximo à natureza.

Quando se programa uma viagem assim, o primeiro passo é saber se aonde desejar ir tem local apropriado para acampar. Existem mais de mil campings espalhados pelo Brasil, estando a maioria localizados na região sul e sudeste. Muitos destes possuem uma grande infra-estrutura e oferecem diversas opções de diversão e serviços. Até nos mais simples você pode encontrar piscinas, churrasqueiras, restaurantes, quadra de jogos e muito mais.

Entretanto, há muitas outras atrações naturais de nosso país, que estão situadas em regiões totalmente desprovidas de qualquer tipo de infra-estrutura. Por isso, ter informações do local que vai ficar é uma ótima maneira para se preparar e saber o que será necessário levar como: equipamentos e comida.

O equipamento básico necessário para começar a acampar, depende do tipo de área onde vai ficar e qual será seu meio de transporte. Se for de carro pode levar até televisão e outros objetos mais pesados, mas se for de ônibus ou se parte da viagem vai ser percorrida a pé, como trilhas nas montanhas é melhor dar uma "enxugada" no equipamento, levando só o essencial.